quarta-feira, 12 de outubro de 2011

MAIOR MARCHA CONTRA DROGAS DO BRASIL

1ª MARCHA ARARIPINA
CONTRA AS DROGAS
 SERÁ O MAIOR EVENTO
ANTIDROGAS DO BRASIL

Com o apoio do Sistema Grande Serra de Comunicação,
a supervisão do Dr. José Carlos Ferreira
e a coordenação de Dante Moreira
e o incentivo de todos os segmentos da sociedade
araripinense, está confirmada para
o dia 17 de novembro a
  1ª MARCHA ARARIPINA CONTRA AS DROGAS

domingo, 9 de outubro de 2011

MARCHA EM OURICURI É ADIADA PARA 2012

1ª MARCHA OURICURI CONTRA DROGAS
É ADIADA PARA 2012

Jornalista DANTE MOREIRA,
COOORDENADOR NORTE-NORDESTE DO PROJETO MARCHA CONTRA AS DROGAS, 
E  Radialista JOSEANO LAURENTINO,
COORDENADOR REGIONAL DO PROJETO MARCHA CONTRA AS DROGAS
NA REGIÃO DO ARARIPE,
COMUNICAM AOS ESTUDANTES, EMPRESÁRIOS E À SOCIEDADE OURICURIENSE
QUE A "MARCHA OURICURI CONTRA AS DROGAS" FOI ADIADA PARA O ANO DE 2012.

O MOTIVO DO ADIAMENTO RESIDE NO POUCO TEMPO PARA MONTAGEM DE UMA ESTRUTURA À ALTURA DE TÃO GRANDIOSO EVENTO EM TÃO HISTÓRICO MUNICÍPIO.

POR CONSEGUINTE, REITERAMOS QUE 
O CALENDÁRIO VOLTARÁ AO PREDISPOSTO ORIGINALMENTE:

NOVEMBRO DE 2011:
1ª MARCHA ARARIPINA CONTRA AS DROGAS 
 SUPERVISÃO: DR. JOSÉ CARLOS FERREIRA
 Presidente do Sistema Grande Serra de Comunicação 
APOIO: Sistema Grande Serra de Comunicação

MARÇO DE 2012:
1ª MARCHA  TRINDADE CONTRA AS DROGAS
SUPERVISÃO: DR. JOSÉ CARLOS FERREIRA
Presidente do Sistema Grande Serra de Comunicação
APOIO: DR. ROMILDO JONAS
Delegado de Polícia Civil de Trindade-PE

Atenciosamente,
Coordenação do Projeto Marcha Contra Drogas na Região do Araripe/Araripina-PE
Coordenação Norte-Nordeste do Projeto Marcha Contra Drogas/Juazeiro do Norte-CE


MACONHA NA HOLANDA: GOVERNO HOLANDÊS CONFIRMA QUE MACONHA FAZ MAL À SAÚDE

HOLANDA CONFIRMA
MALEFÍCIOS DA MACONHA
A chamada “corrente progressista”, encabeçada no Brasil pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que objetiva a descriminalização e legalização de drogas, a começar pela maconha, inclusive com direito a cultivo para uso próprio, acaba de sofrer um duro revés. A Holanda anunciou, nesta sexta-feira, uma política de menor tolerância com a maconha. O governo holandês declarou que vai nivelar a chamada "maconha de alta concentração", vendida no país, na mesma classificação de tóxicos como a cocaína e o êxtase, drogas consideradas pesadas. O ministro da Economia da Holanda, Maxime Verhagen, afirmou que a droga, com mais de 15% na composição de sua substância psicoativa, o tetrahidrocanabinol (THC), tem uma potência muito maior do que a forma mais leve da erva. Segundo ele, o tóxico "causa um prejuízo crescente na saúde pública do país". A medida é o passo mais recente do governo holandês para tentar reverter a notória política de tolerância da Holanda com as drogas.
Assim chega-se á conclusão, após diferentes estudos e pesquisas empreendidas aqui citadas, que a cannabis não é tão inofensiva e recreativa como alguns imaginam. O hábito de fumar maconha, mesmo em pouca quantidade, pode danificar a memória, segundo recente estudo elaborado pela Universidade Federal de São Paulo(UNIFESP). Quando o uso é crônico e se inicia antes dos 15 anos de idade, o risco é ainda maior, devido ao efeito tóxico e cumulativo do tetrahidrocanabinol (hoje mais potente pelas mutações genéticas), no desempenho cerebral.

Ficou constatado, por exemplo, que no exame toxicológico efetuado no jovem Carlos Eduardo Sandfeld Nunes, de 24 anos, assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do seu filho Raoni, fato ocorrido, no ano de 2009, em São Paulo, que ele se encontrava sob o efeito de maconha no momento do crime. Ressalte-se que Cadu, apelido do homicida, fumava cannabis desde os 15 anos, não estudava nem trabalhava , passando a traficar a droga e apresentava surtos psicóticos (alucinações e delírios).
Tal fato remete-nos a uma pesquisa - foi publicada tempos atrás nas páginas da Internet com notícia originária de Londres - onde mostrou que jovens que fumam maconha por seis anos ou mais têm o dobro de possibilidade de sofrer de episódios psicóticos do que pessoas que nunca fumaram a droga. As descobertas fortalecem uma pesquisa anterior que relacionam psicose à droga, particularmente em sua forma mais potente, o skunk. Apesar da lei que proíbe, em alguns países, o consumo da cannabis e outras formas, cerca de 190 milhões de pessoas são usuárias de maconha no mundo, segundo estimativa da ONU, o que envolve 4% da população ativa. O país com o maior número de consumidores é a França.
John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, estudou mais de 3.800 homens e mulheres nascidos entre 1981e 1984 e comparou seus comportamentos, após completarem 21 anos de idade, para perguntar-lhes (já eram pacientes) sobre o uso da maconha em suas vidas, avaliando os entrevistados para episódios psíquicos. Cerca de 18% relataram uso de maconha três anos ou mais, cerca de 16% de quatro a cinco anos e 14% durante seis ou mais anos.. Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos, que tinham seis ou mais anos desde o primeiro uso da droga, tinham duas vezes mais chances de desenvolverem psicose não afetiva, como esquizofrenia, disse McGrath, conforme estudo publicado na revista de psiquiatria "Archives of General Psychiatry.
Mais uma voz responsável surge para acabar com essa ideia de que a maconha é uma droga inofensiva. A diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida, em inglês), a mexicana Nora Volkow, jogou mais uma pá de cal nessa falácia: “ Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo da maconha, o tetrahidrocanabinol (THC), eles deixam de produzir seus próprios canabinoides naturais (associados ao controle do apetite, memória e humor). Isso causa desde aumento da ansiedade até perda de memória e depressão. Claro que há pessoas que fumam maconha diariamente por toda a vida sem que sofram consequências negativas, assim como há quem fume cigarros até os 100 anos de idade e não desenvolva câncer de pulmão. Mas até agora não temos como saber quem é tolerante à droga e quem não é. Então, a maconha é, sim, perigosa" - afirmou a psiquiatra que conduziu na década de 80 os estudos comprovando que a cocaína causa dependência química, além de graves danos ao cérebro.
Assim sendo, ainda que conclusões científicas precisem ser relativizadas mormente quanto a um tema tão polêmico - cada caso é um caso - não se pode desconsiderar tais estudos. A busca de estados alterados de consciência, através do uso de drogas ilícitas -não estamos falando das drogas livres sob o ponto de vista legal e jurídico nem das controladas por receita médica- é própria da espécie humana desde a antiguidade e os progressistas vem afirmando, cada vez com mais ênfase, que o mundo definitivamente perdeu a guerra contra as drogas ilícitas. Ou seja, a política atual seria um verdadeiro fracasso e o caminho do bom senso seria a descriminalização do uso de drogas. O estado não teria inclusive o direito de proibir o uso. A grande vantagem seria o enfraquecimento do crime organizado, sem falar na redução da corrupção policial que a ilegalidade da droga sempre proporciona.
Tais argumentos são válidos não resta dúvida, até porque abstinência total de substâncias entorpecentes ilegais seria utopismo imaginado pelos conservadores. Obviamente que o mundo sem drogas não existe. As drogas sintéticas e as 'legal highs', fabricadas em geral nos países mais ricos, são inclusive as que tiveram maior aumento de consumo nos últimos anos. A questão é saber- não há certeza sobre tal dúvida- se uma política de enfrentamento ao problema com a descriminalização seria de fato o cerne da estratégia que propiciaria o efetivo controle do estado e a consistente redução de danos. Há que saber também quanto se gastaria com despesas de recuperação de dependentes numa política mais permissiva.
Registre-se que apesar do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack o país não está conseguindo conter a epidemia do uso da chamada 'droga da morte'. Tal plano não tem sido capaz de atender a 1/3 dos 95% dos municípios envolvidos com a gravíssima questão que põe em risco toda a juventude. As cracolândias espalham-se rapidamente pelo país. O oxi, droga mais devastadora ainda que o crack, também já está presente em 13 estados brasileiros, fazendo crescer a ameaça aos mais jovens.
Por outro lado, num recente debate, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, concluiu-se que a venda indiscriminada de bebidas a jovens, sem o devido controle, além de funcionar como uma espécie de porta de entrada para o consumo de outras drogas, seria argumento suficiente para derrubar qualquer inciativa de liberação do consumo de drogas no país. Sobre o perigo do crack. O médico psiquiatra Emanuel Fortes Silveira Cavalcanti, representante da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), presente ao debate da comissão do Senado, lembrou que o consumo da droga tem aumentado no país e que, em Goiás, por exemplo, 60% dos julgamentos de crimes têm como réus usuários da droga. Ele não poupou críticas à “falta de controle” do governo sobre as indústrias químicas que fabricam éter e acetona, insumos fundamentais para o refino da cocaína e, por consequência, do crack, que é um derivado da droga.
A realidade é que descriminalizar e legalizar drogas no país pode ser um verdadeiro tiro no pé. Neste caso a emenda poderá ser pior que o soneto. À sociedade e ao governo fica bem claro que o melhor caminho continua sendo a prevenção e o tratamento para recuperação dos dependentes e os “usuários recreacionais”, ainda que também estes financiem os fuzis do tráfico e a violêncis. A Holanda acaba de constatar e mostrar ao mundo que quando o assunto é drogas não há verdades absolutas e acabadas. Por enquanto, no Brasil, a guerra às drogas tem que prosseguir. O país não pode virar palco permissivo de uma legião de jovens drogados, amotivados e sem rumo.

Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da PM do Rio

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

GOVERNO HOLANDÊS REVERTE POLÍTICA DE TOLERÂNCIA COM A MACONHA

HOLANDA REVERTE POLÍTICA
DE TOLERÂNCIA COM A MACONHA
AMSTERDÃ - O governo da Holanda anunciou nesta sexta-feira que vai nivelar a chamada "maconha de alta concentração", vendida no país, como droga pesada, na mesma classificação de tóxicos como a cocaína e o êxtase. O ministro da Economia da Holanda, Maxime Verhagen, afirmou que a droga, com mais de 15% da substância THC em sua composição, tem uma potência muito maior do que a forma mais leve da erva. Segundo ele, o tóxico "causa um prejuízo crescente na saúde pública dom país".
A medida é o passo mais recente do governo holandês para tentar reverter a notória política de tolerância da Holanda com as drogas. Após a decisão, a maior parte dos cafés holandeses, populares por vender a erva, vão ter que trocar seus estoques do fumo. No entanto, críticos dizem que será difícil que a medida seja cumprida e que o fato só irá influenciar os usuários a consumirem mais as variantes mais leves da maconha.
Ao contrário do que muitos pensam, a posse de maconha é ilegal na Holanda, mas somente em grandes quantidades. O comércio da erva é muito comum em bares e cafés destinados a utilização da droga no país. No entanto, pessoas que cultivam a planta podem ser processadas.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MACONHA É PORTA DE ENTRADA PARA O CRIME E DROGAS PESADAS

MACONHA: 
A ERVA DA DESTRUIÇÃO
Estudante norte-americana, presa inicialmente
por porte e uso de maconha, e depois,
inúmeras vezes por porte e uso de drogas variadas,
sendo a primeira vez em 83, com 14 anos,
e a última, em 97, com 28 anos.
Ela morreu de overdose aos 30.

Acompanhe a decadência…
É realmente deprimente…

melhor campanha contra as drogas

"Fumar maconha causa impotência sexual, infertilidade,
destruição da memória e câncer de pulmão."
Dr. Içami Tiba, médico psquiatra e psicodramatista há 38 anos
com mais de 75 mil atendimentos feitos,conferencista com 3.200 palestras proferidas,
e escritor com mais de 20 livros já publicados
 
 
"Fumar maconha vicia e causa danos permanenters no cérebro!."
Dra. Karen Bolla, pesquisadora norte-american

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"FESTA DA MACONHA" NA PUC: QUEM FINANCIOU?

"Fumar maconha causa impotência sexual, infertilidade,
destruição da memória e câncer de pulmão."
Dr. Içami Tiba, médico psquiatra e psicodramatista há 38 anos
com mais de 75 mil atendimentos feitos,conferencista com 3.200 palestras proferidas,
e escritor com mais de 20 livros já publicados.
 
"Fumar maconha vicia e causa danos permanentes no cérebro!"
Dra. Karen Bolla, pesquisadora americana

DE ONDE VIERAM OS MILHÕES
PARA A FESTA DA MACONHA
NA PUC DE SÃO PAULO?
Escrito por Ivanaldo Santos - www.midiasemmascara.org

Na prática, a “festa da maconha” é mais um capítulo da revolução cultural anticristã, anti-família,
e anti-sociedade que está em curso no Brasil. Quem deu ou conseguiu o dinheiro
para alugar tantos equipamentos? Quem está patrocinando a “festa da maconha”.


Na última sexta-feira (16), estava marcada para ocorrer dentro das dependências da PUC de São Paulo um festival canábico ou simplesmente “festa da maconha”. A festa teria sido convocada por líderes estudantis pela internet. Segundo a organização do evento aproximadamente 6 mil pessoas teriam confirmado a presença. Por causa dessa “festa” a reitoria da PUC foi obrigada a cancelar todas as atividades universitárias na sexta-feira.
O surpreendente desse fato é que os líderes da “festa da maconha” disseram que estavam lutando por uma causa social. Além disso, alguns articulistas da mídia e da internet chegaram a afirmar que a reitoria da PUC estava com saudades da ditadura militar e, por conseguinte, a atitude de impedir a realização da “festa” seria autoritária e conservadora.

Diante desses fatos é preciso realizar quatro reflexões.

Primeira, a ditadura militar acabou em 1984. Já fazem 27 anos que vivemos sem ditadura. Inclusive temos uma geração que nasceu sem ditadura e que nem se quer sabe o que é isso. Na prática a ditadura militar virou desculpa para qualquer coisa. Por exemplo, se alguém (justiça, polícia, etc) quer impedir uma “festa” de jovens bêbados e drogados, a culpa é da ditadura. É tempo dos articulistas da mídia perceberem que a ditadura acabou e que vivemos em outro contexto social.

Segunda, o Brasil é um país cheio de problemas sociais (analfabetismo, crise no sistema de saúde, problemas de transportes, etc). Sem contar que o atual governo está mergulhado na corrupção e que o PT, partido que governa o Brasil, de forma oficial, deseja acabar com o senado e limitar a liberdade de impressa. Sendo assim, por que então os jovens que se apresentam como “lideranças universitárias”, ao invés de ficarem promovendo festas de apologia às drogas, não vão para as ruas lutarem contra o analfabetismo, contra a corrupção no governo, contra os projetos políticos autoritários do PT? Causas sociais não faltam no Brasil e no mundo. Seria muito mais útil para a sociedade e para os próprios jovens se eles fossem às ruas lutarem por verdadeiras causas sociais, ao invés de ficarem promovendo a “festa da maconha”. Na prática esses jovens não são líderes estudantis. Não passam de jovens alienados, que não possuem nenhuma causa. Só querem é beber e consumir drogas. No passado a juventude universitária foi responsável por grandes lutas sociais, mas hoje perdeu totalmente o ideal de transformação social. Transformou-se em uma juventude sem propostas que o máximo que consegue oferecer a sociedade é a “festa da maconha”.

Terceiro, por que a “festa da maconha” tinha que ser dentro das dependências da PUC? São Paulo é uma cidade tão grande, com tantas ruas e parques. Por que os líderes da “festa” não promoveram essa atividade ao ar livre, onde todos os participantes poderiam ficar a vontade para beber e consumir drogas? Como os organizadores da “festa da maconha” iriam impedir que os participantes da festa depredassem e destruíssem o prédio da PUC? A verdade é que a festa foi convocada para ser dentro das dependências da PUC de propósito.
A PUC é uma universidade católica, teoricamente séria, uma das melhores do Brasil. O que na verdade a juventude pró-maconha deseja é passar a ideia que se podem promover a “festa da maconha” dentro de uma instituição da Igreja, então “tudo está dominado”, ou seja, não existe nenhum lugar no Brasil que possa impedir a realização dessa festa. Com isso, a “festa da maconha” estará simbolicamente liberada em todo o Brasil. Na prática, a “festa da maconha” é mais um capítulo da revolução cultural anticristã, anti-família, e anti-sociedade que está em curso no Brasil.

Quarto, quem patrocinou a convocação da “festa da maconha” na PUC? Na sexta-feira, dia 16 de setembro, havia na rua ao lado da PUC uma grande quantidade de carros com equipamentos de som, luzes, gerador elétrico e outras coisas. Tudo equipamento alugado. Equipamentos que custam caro. Quem deu ou conseguiu o dinheiro para alugar tantos equipamentos? Alguém está patrocinando a “festa da maconha”. É preciso que as autoridades, o Ministério Público, a Polícia Federal, o setor de inteligência da polícia militar, investiguem quem está por trás da “festa da maconha”. É preciso que a sociedade tome conhecimento de quem está usando o nome de “líder estudantil” para obter benefícios financeiros, afinal droga é algo que custa caro, e talvez até mesmo políticos.



Ivanaldo Santos
, filósofo e professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, é autor de oito livros.




 

MALES CAUSADOS PELA MACONHA - I

MALES DA MACONHA


Ministro de Lula, o maconheiro Carlos Minc,
 promovendo a Marcha da Maconha

"Fumar maconha causa impotência sexual, infertilidade, destruição da memória e câncer de pulmão."

Dr. Içami Tibamédico psquiatra e psicodramatista há 38 anos
com mais de 75 mil atendimentos feitos,conferencista com 3.200 palestras proferidas,
 e escritor com mais de 20 livros já publicados.

"Fumar maconha vicia e causa danos permanentes
no cérebro!"
Dra. Karen Bolla, pesquisadora americana
 


Pesquisadora americana Karen Bolla está no Brasil para falar sobre os males da maconha. Ela prova que afirmação de que a planta não faz mal é falsa. Ao contrário do que os entusiastas da planta acreditam, a maconha pode, sim, causar danos permanentes no cérebro. A cientista explica que a erva vicia e quem tenta parar de consumi-la sofre com sintomas que vão da dificuldade de expressão à perda de memória. Segundo a pesquisadora, 80% dos usuários que tentam largar o vício sofrem com problemas para dormir, com insônia e pesadelos. “Quando essas pessoas tentam dormir têm pesadelos. Acordadas, apresentam nervosismo, ansiedade, perdem o apetite e emagrecem”, explica Bolla. A pesquisadora conclui: “maconha não é inofensiva como algumas pessoas criminosamente afirmam. É uma droga mortal. Poucas doses podem causar sérios problemas, especialmente nos jovens. Todos os que defendem a liberação da maconha deveriam ser penalizados por crimes contra a Humanidade."

A maconha também reduz a defesa das pessoas às doenças. E mesmo consumida em doses mínimas,  prejudica a capacidade de dirigir, pois ataca a concentração, atenção e juízo dos motoristas, diminuindo as faculdades de percepção e movimento. A probabilidade de que os usuários experimentam outras drogas é grande, porque de acordo com viciados a maconha é a ponte entre entre  o haxixe, alucinógenos, anfetaminas, barbitúricos e heroína. A maconha associada ao álcool prejudica física e psicologicamente. Um mal que ataca milhares de pessoas em todo o mundo. É muito difícil que o consumo de maconha seja legalizado. Porque corre-se o risco de se criar uma sociedade de doentes físicos e mentas.


Princípio Ativo
A maconha é uma erva de nome científico Cannabis sativa que, dependendo das condições de cultivo, pode sintetizar uma porcentagem maior ou menor de uma substância denominada THC, ou tetrahidrocanabinol, que é a principal responsável pelos efeitos da droga no organismo humano.

A forma de consumo varia desde a inalação de sua fumaça por meio de cigarro ou incensos. Pode ser também ingerida sob forma de chá ou comprimido. Os usuários fumam em cigarros feitos artesanalmente pelos próprios consumidores ou com a ajuda de objetos como cachimbos.

Efeitos
Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis e estão intimamente ligados à dose utilizada, à concentração de THC na erva consumida e à reação do organismo do consumidor com a presença da droga.

Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia (elevação dos batimentos cardíacos, que sobem de 60 - 80 por minuto para 120 - 140 batidas por minuto).

Com o uso contínuo, alguns órgãos como o pulmão passam a ser afetados mais seriamente pela maconha.  Apenas 01 cigarro de maconha possui poder cancerígeno de 01 maço de ciogarros. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do usuário começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão, presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão. É comprovado que o alcatrão da fumaça da maconha, que contém THC, é 10 vezes mais cancerígeno que o da fumaça do cigarro.

O consumo de maconha também diminui a produção de testosterona. A testosterona é um hormônio masculino que é responsável, entre outras coisas, pela produção de espermatozóides. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o homem que consome continuamente maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor. E com a continuação do uso segue-se a infertilidade e a impotência sexual, de acordo com o mais renomado médico psiquiatra das américas, o Dr. Içami Tiba.

Os efeitos psíquicos são os mais variados, sendo que a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são um bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Ainda de acordo com o Dr. Içami Tiba, em um longo prazo, o consumo de maconha destrói a memória, a capacidade de aprendizado além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano.


Histórico
A maconha, como a maioria das drogas, tem seus primeiros indícios há mais de 3 mil anos, quando povos como os chineses e persas usavam a droga como incenso em cerimônias religiosas. Era também utilizada como recompensa para mercenários, para fins medicinais.

Seu uso controlado na medicina perdurou até o início do século XX, quando a droga passou a ser consumida apenas para alterar o estado mental do usuário.

No Brasil, a droga também foi muito utilizada, de maneira controlada, no século passado, como medicamento para vários males, mas devido ao crescente número de usuários que passaram a consumir a droga abusivamente e para fins não medicinais, ela foi proibida. Em todo o Ocidente a droga foi proibida na década de 40.

Nos anos 70, os hippies começaram a usar a maconha não só para alterar seu estado mental, mas também como uma demonstração de protesto contra o sistema social e político vigente na época.

Atualmente, a maconha, pelo fato de ser a ponte para o crime e para drogas pesadas, é a base de todo o narcotráfico mundial. Campanhas mundiais para liberação da maconha, objetivando a alienação da juventude para melhor manipulação da Humanidade, estão sendo financiadas e promovidas pela  ONU, Illuminati, Bildebergs, Clube de Roma, países socialistas(como o Brasil), ONGs  e outras associações que promovem a destruição da Família e do Cristianismo para instalação do Governo Mundial.


"Somente o SENHOR JESUS liberta totalmente
das drogas e de todos os vícios!"
Texto retirado da revista: Decisão - Edição Especial
Editor: Márcio Dias Guarda - Editora: Casa